
O “Arquiteto do Swing” lança projeto político focado na proteção dos veteranos, e na abertura de portas para novos talentos da música e das artes.
O cenário político do Rio de Janeiro recebe uma proposta, que promete unir gerações.
O cantor e compositor Dhema, ícone do samba-rock e da MPB, oficializa sua Pré-candidatura com uma missão que, vai além da representatividade: ele quer construir uma ponte segura para que a cultura do Rio continue prosperando, cuidando de quem já fez história e incentivando quem está começando agora.
*Um Projeto Multigeracional*
Para Dhema, a cultura é um organismo vivo que precisa de movimento constante. Por isso, seu projeto político é assumidamente multigeracional. Ao mesmo tempo em que luta pela dignidade e seguridade dos veteranos — compositores e músicos que dedicaram décadas à nossa identidade — ele foca no incentivo real aos novos talentos e os esquecidos.
“O Rio é um celeiro de gênios que, muitas vezes, não encontram a primeira oportunidade por falta de fomento e orientação jurídica”, afirma Dhema.
Sua proposta inclui a criação de editais mais acessíveis e espaços públicos voltados para a experimentação artística e a mentoria de jovens compositores.
*Incentivo e Oportunidade:*
Da Base ao Palco. A bandeira de Dhema defende que o apoio ao músico deve começar na formação e passar pela proteção do seu sustento.
Entre os pontos centrais, destacam-se:
*Oportunidade para Jovens Compositores:*
* Incentivar festivais e mostras que revelem novos nomes, garantindo que eles entrem no mercado com conhecimento sobre seus direitos.
* Educação e Gestão: Propostas para levar a gestão de carreira e o direito autoral para dentro das comunidades e escolas de música, preparando o artista para os novos tempos digitais.
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*Proteção à Propriedade*
* Intelectual: Uma luta firme para que o compositor, independentemente da idade, tenha a garantia de que sua obra será sua fonte de renda e dignidade.
*Renovação com Experiência*
Filiado ao DC (Democracia Cristã) – 27, partido que aposta em nomes novos na política, Dhema se posiciona como um gestor que conhece o “chão da fábrica” da arte. Seu objetivo é preencher a lacuna entre o poder público e a realidade dos profissionais que se sentem invisíveis. Ao integrar os diferentes eixos da cultura — da dança de salão ao samba-rock, dos bastidores técnicos aos holofotes — Dhema reforça que o seu compromisso é com o ciclo completo da arte. Com o lema “O Sonho Não Pode Acabar”, ele convoca todas as gerações de artistas a marcharem juntas por um Rio de Janeiro que volte a ser a capital mundial da criatividade e do respeito ao criador.